23 de julho de 2024
Eis que chegamos ao dia 23 de julho de 2024. O calendário, esse velho organizador dos nossos dias, me lembra que mais uma página se vira. Hoje resolvi escrever sem um tema específico, apenas deixar que a caneta corresse solta no papel. É a tal coisa da 'expiação' de que falo sempre: colocar para fora os pensamentos que teimam em ficar.
Lembrei do meu amigo Amaral, do velho Estácio, que vivia dizendo que 'os dias têm vontade própria'. Será? Acredito que sim. Alguns dias nos puxam para a nostalgia, outros para a ação. Hoje, o dia me convida a uma pausa. Olho as árvores lá fora, balançando ao vento. É inverno em Florianópolis, e a cidade está mais quieta, mais introspectiva.
Talvez o convite seja para mergulharmos na memória, nesse vasto mundo drummondiano que carregamos dentro de nós. Que este 23 de julho sirva de respiro. Amanhã o sol nasce de novo e a vida segue o seu curso. Até lá, que a boa música e os bons livros nos façam companhia.
Um abraço a todos os leitores que passam por aqui. A casa é de vocês.