O DIA DO AMIGO

Ah, meus amigos!

Hoje acordei com uma data na cabeça: 20 de julho. Para muitos, é apenas mais um dia no calendário. Mas para mim, desde que me entendo por gente, é o Dia do Amigo. E nada melhor do que celebrar essa data com uma boa prosa, não acham?

Lembro-me do seu Amaral, no velho Estácio, que me ensinou sobre lealdade. Lembro-me do Paulo Brasil, com suas histórias fantásticas. A vida, meus amigos, é feita desses encontros. E é preciso celebrar cada um deles.

Lembro-me de quando eu e o Paulo Brasil subíamos a serra de Penedo para ouvir jazz e conversar sobre a vida. O frio da noite não importava: a amizade verdadeira aquece a alma. Foi com ele que aprendi que um amigo não precisa de muitos discursos; basta estar presente, em silêncio, para que tudo faça sentido.

Há amigos que a vida nos apresenta de forma inesperada. Pode ser um vizinho de prédio, um colega de trabalho ou alguém que encontramos numa tarde qualquer. O que importa é o laço que se cria, a confiança que se estabelece. Esses são os amigos que a gente leva para sempre no coração.

Com o passar dos anos, a gente aprende a valorizar os verdadeiros amigos. Aqueles que estão na torcida, que se alegram com as nossas conquistas e se solidarizam com as nossas dores.

Talvez por isso eu escreva. A literatura é a minha forma de encontrar os amigos, de estar perto, mesmo quando o tempo e a distância tentam nos separar. Cada crônica é um abraço, um convite para que o leitor se sente ao meu lado e compartilhe dessas memórias.

Que neste Dia do Amigo você possa lembrar de alguém especial e, quem sabe, enviar uma mensagem, fazer uma ligação. Afinal, amizade também se cultiva com pequenos gestos. E que a gente nunca perca a oportunidade de dizer a quem amamos o quanto são importantes.

Um grande abraço a todos e boa diversão!

Volte sempre ao Poltrona Especial.

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