4 de fevereiro de 2025

Ah, meus amigos, hoje é dia 4 de fevereiro de 2025. O tempo, esse senhor de passos lentos, teima em passar mais rápido do que gostaríamos. Lembro‑me de quando fevereiro era sinônimo de férias, de praia, de tardes sem fim. Agora, fevereiro ainda traz esse calor característico, mas também traz consigo a consciência de que os dias são preciosos.

Neste dia, sentei‑me para escrever algumas linhas, sem pressa, apenas deixando as palavras fluírem como o vento que entra pela janela. O silêncio da manhã é cortado pelo canto dos pássaros, e por um momento tudo parece estar em seu devido lugar. É nesses momentos que percebemos a beleza do ordinário, da vida simples que muitas vezes ignoramos.

Fevereiro, no Brasil, é mês de calor intenso e de chuvas passageiras. As ruas ficam mais vazias, as férias escolares ainda ecoam nas lembranças das crianças. Para quem escreve, é tempo de olhar para dentro, de buscar nas memórias afetivas a matéria‑prima das crônicas. Cada dia que passa é uma página em branco; a nós cabe preenchê‑la com o que temos de mais humano: a capacidade de sentir e de recordar.

Que este 4 de fevereiro nos lembre de que a vida é feita de pequenos instantes. Um café tomado devagar, uma música que toca no rádio, o abraço de quem amamos. São esses fragmentos que, reunidos, formam o mosaico da nossa existência. Não deixemos que a correria do mundo apague a ternura dos dias simples.

Que este 4 de fevereiro seja um convite à reflexão. Que possamos valorizar cada instante, cada encontro, cada lembrança. Pois, no final, o que nos resta são as memórias que construímos.

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