Meus amigos,
Novembro de 2024 foi um mês que chegou com a primavera já se despedindo e o verão começando a se anunciar. Aqui na POLTRONA ESPECIAL, continuei a dividir com vocês as crônicas que nascem das minhas andanças pela memória, pelos filmes que marcaram época, pelos discos de jazz que ainda fazem o coração acelerar e pelos livros que insistem em nos ensinar algo novo a cada leitura.
Neste arquivo, estão reunidos os textos que publiquei ao longo de novembro. Eles falam de coisas grandes e pequenas: de lembranças da infância no Estácio, de personagens que cruzaram o meu caminho, de reflexões sobre o envelhecer, de canções que embalam tardes de domingo e de filmes que nos fazem viajar sem sair do lugar. Cada crônica é um pedaço de mim, escrito na primeira pessoa, porque é assim que me sinto mais próximo de quem me lê.
Acredito que a literatura, o cinema e o jazz são pontes que nos conectam uns aos outros. Quando escrevo, espero que o leitor encontre nas minhas palavras um eco das suas próprias experiências. E se alguma crônica tocar o coração de alguém, sei que o texto valeu a pena.
Neste mês, em particular, deixei-me levar pelas histórias que a memória afetiva teima em trazer à tona. Escrevi sobre encontros, sobre despedidas, sobre aquelas músicas que parecem ter sido feitas exatamente para o momento em que as ouvimos. Também houve espaço para o cinema, essa arte que nos permite viver mil vidas em uma só, e para a literatura, que nos dá as palavras que muitas vezes nos faltam.
Se você é um visitante frequente ou chegou agora, saiba que todos os textos aqui são oferecidos com o mesmo carinho. A POLTRONA ESPECIAL é um espaço de partilha, onde cada crônica é uma conversa entre amigos. Por isso, sinta-se à vontade para navegar, comentar e voltar sempre.
Além de novembro, convido você a explorar os meses anteriores. Cada arquivo guarda histórias que talvez despertem a sua curiosidade ou o seu afeto. A navegação é simples: basta usar os links de arquivo abaixo ou voltar à página inicial.
Desejo a todos uma ótima leitura. Que estas crônicas acompanhem um café, um momento de descanso ou uma pausa na correria do dia a dia.
Um grande abraço e até o próximo texto!