Meus amigos,

Junho de 2023 chegou com o inverno e aquele friozinho que pede aconchego. No POLTRONA ESPECIAL, o mês foi de crônicas que buscam tocar a alma do leitor, como sempre fiz desde que comecei esta jornada em 2018. A proposta é simples: compartilhar reflexões sobre cinema, jazz, literatura e memórias, sempre na primeira pessoa, sempre com o coração na mão.

Neste período, mergulhei em narrativas que me são caras: o amor pelo cinema, a força da música, a poesia dos dias, as lembranças de infância no Estácio, a família, os amigos, os netos. Tudo isso faz parte deste espaço que chamo de POLTRONA ESPECIAL — uma poltrona confortável para o leitor sentar e viajar comigo.

A literatura, minha fiel escudeira, esteve presente em cada texto. Como já disse, escrever é uma forma de expiação, de colocar para fora o que vai na memória afetiva. E quando o leitor se identifica, quando alguém diz “você me tocou”, sinto que valeu a pena.

Junho também é mês de festa junina, com suas fogueiras, comidas típicas e forró. Embora eu não seja um grande dançarino, essas celebrações sempre me trazem boas lembranças da infância no Ceará. É um mês que celebra a cultura popular, e de certa forma, o POLTRONA ESPECIAL também celebra a cultura em suas múltiplas formas.

O jazz, paixão de uma vida, também marcou presença. Seja ouvindo um velho disco de Chet Baker ou revisitando as gravações de Bill Evans, a música é combustível para a escrita. Em junho, não foi diferente: as notas musicais acompanharam cada crônica, emprestando ritmo e emoção.

Como disse o mestre Carlos Drummond de Andrade: “Mundo mundo vasto mundo, mais vasto é o meu coração.” Que o coração de cada um de nós seja sempre maior que os desafios.

Agradeço sua visita a esta página. Se você chegou aqui buscando artigos de junho de 2023, saiba que este mês rendeu boas histórias. Convido-o a navegar pelo blog, ler as crônicas mais recentes na página inicial, ou conhecer um pouco mais sobre o autor na página Autor.

Que o inverno nos aqueça com boas leituras e boa música. Até breve!

Carlos Holbein