Bem-vindos ao arquivo do dia 21 de novembro de 2025 do POLTRONA ESPECIAL. Neste espaço, estão reunidos os textos publicados nesta data pelo escritor Carlos Holbein Antunes de Menezes. Como é de costume, as crônicas deste dia convidam o leitor a embarcar em uma viagem pela memória afetiva, pela música, pelo cinema e pela literatura.

Cada texto é um convite para uma leitura rápida e instigante, capaz de proporcionar um entretenimento agradável. O escritor tem a obrigação de seduzir o leitor, primeiro para que o leia e depois para que tome gosto pela leitura. A literatura de Carlos Holbein é uma verdadeira expiação, revisitar a caixa-preta da memória afetiva e retirar de lá o que puder e souber.

Em seus textos, o autor utiliza a primeira pessoa do singular para estabelecer uma cumplicidade única com o leitor. As crônicas raramente falam sobre o cinema ou o jazz de forma direta; muito ao contrário, são os filmes e os discos que pegam carona no texto, como pano de fundo ou alavanca para reflexões sobre a vida, o tempo e a alma.

Os artigos são destinados a um público ávido por informações, criaturas que ao fazerem uso de uma leitura instigante possam ter um entretenimento agradável. O conhecimento, para o autor, é algo a ser repartido, socializado e difundido, sempre que possível, sem cerimônias.

Neste dia, os leitores podem explorar as crônicas que trazem à tona memórias de infância, reflexões sobre a paternidade, análises de discos de jazz, críticas de cinema e homenagens à cultura brasileira. O POLTRONA ESPECIAL se mantém fiel ao seu propósito: entretenimento com arte, literatura, cinema e jazz.

Quando me disponho a escrever, fico imaginando que há nesse mundo mundo vasto mundo alguém que deseja se identificar nas minhas histórias. E dizer: eu também sinto isso! Ou, então, quem sabe, eu apenas queira ouvir de alguém: você me tocou! Seria sinal de que o texto valera a pena!

Nas crônicas há um aspecto bem marcado: opto sempre pela primeira pessoa do singular. Porquanto é mais íntimo e convidativo. Com isso, quebra-se o constrangimento, estabelece-se a tácita cumplicidade e o rapto é concedido afinal.

Aqui no POLTRONA ESPECIAL, cada crônica é uma nova oportunidade de conexão. Neste 21 de novembro de 2025, os artigos aqui guardados são testemunhos dessa busca pela beleza e pelo sentido da vida, seja através de um disco de Bill Evans, de um filme de Guel Arraes ou de uma memória de infância no Estácio. Apreciem sem moderação.