14 de agosto de 2024

Hoje acordei pensando no número 14. Não sei bem porquê. Talvez porque o calendário me lembre que estamos em 14 de agosto de 2024. O tempo, esse velho conhecido, insiste em passar. Lembro-me de um verso de Fernando Pessoa: "O tempo passa? Não passa. O tempo fica." Fico aqui, na minha poltrona especial, ouvindo um jazz suave e deixando as memórias virem.

Ao longo da vida, aprendi que cada número traz consigo uma energia particular. O 14, para mim, representa a transição – entre o 13 das superstições e o 15 da festa. É um número de introspecção. Neste dia, convido o leitor a parar por alguns instantes e refletir sobre a passagem do tempo. Afinal, como disse o grande Guimarães Rosa: "O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem."

Na música, o número 14 aparece em diversas composições. No jazz, há o "Fourteen" de alguns artistas, mas hoje prefiro pensar na beleza do silêncio entre as notas. No cinema, há filmes que marcaram meu coração, como "14 Estações" ou algo assim. Mas a memória é volúvel. O melhor mesmo é viver o presente.

Meus amigos, desejo que este 14 de agosto seja um dia de paz e boas lembranças. Que a literatura, o jazz e o cinema continuem a nos acompanhar.

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