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Hoje, dia 9 de abril, parei para refletir sobre o significado dos números em nossas vidas. O nove, em particular, sempre me intrigou. Talvez porque seja o último algarismo, aquele que antecede o recomeço. Na música, encontramos o compasso 9/8, tão presente em valsas e melodias que embalam a alma. No jazz, as nonas são acordes que acrescentam cor e complexidade, convidando o ouvinte a mergulhar mais fundo na harmonia.
Lembro-me de uma conversa com um velho amigo, que dizia que a vida é feita de ciclos de nove. Não sei se há verdade nisso, mas gosto da ideia de que cada final é um novo começo. Neste espaço, onde o conteúdo original se perdeu no tempo, fica esta breve reflexão. Que ela possa tocar alguém, mesmo que de passagem.
Na literatura, Drummond nos ensinou que "o mundo mundo vasto mundo". E, dentro dele, cada data carrega histórias que merecem ser lembradas. O nove de abril de 2024 não foge a essa regra: é um convite para olharmos para dentro e para fora, para o que passou e para o que virá. O número nove também aparece em nonas sinfonias, nonos mandamentos, nonas partes de algo maior. Está presente em diversas culturas como símbolo de plenitude e sabedoria.
Talvez por isso eu goste tanto dele: porque traz consigo a promessa de que, após o nono degrau, há sempre um novo patamar a ser alcançado. Na vida, cada ciclo se encerra para dar lugar a outro, e o nove nos lembra disso. É um número que respira transição.
Para quem chegou até esta página, deixo um abraço e o convite para continuar navegando pelos textos do Poltrona Especial. A vida é feita de histórias, e cada uma delas merece ser contada.
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