Janeiro de 2022. O primeiro mês do ano sempre traz consigo a promessa de renovação. Para este espaço, foi mais um capítulo na longa conversa que mantenho com meus leitores sobre arte, literatura, cinema e jazz.

As crônicas deste mês — como todas as outras — nasceram do desejo de compartilhar reflexões sobre a vida, a memória e as pequenas grandes coisas que nos emocionam. Seja ao som de um disco de jazz, diante de um filme marcante ou nas páginas de um livro querido, cada texto é um convite à viagem interior.

Se você chegou até aqui em busca dos textos de janeiro de 2022, saiba que eles estão guardados neste arquivo, junto com todos os outros meses deste ano e dos anos seguintes. Navegue pelos links de arquivo no final da página para explorar mais conteúdo.

Agradeço a visita e desejo uma boa leitura. Que o jazz, o cinema e a literatura continuem a nos acompanhar.

“O tempo é a minha matéria, do tempo presente, dos homens presentes, a vida presente.” — Carlos Drummond de Andrade. É com esse espírito que cada crônica é escrita: como um fragmento do presente que logo se torna passado, mas que permanece vivo na memória do leitor.

Volte sempre. Há muito mais para descobrir nas páginas deste diário afetivo.