Memórias: o melhor da vida é viver!

Em um domingo ensolarado como esse que anuncia o início da primavera, convenhamos, tinha tudo para ser de muita paz e harmonia. No entanto, no domingo que vem nós teremos uma acirrada eleição, onde os ânimos estão à flor da pele…

Não pretendo discutir aqui sobre política, se é esse ou aquele o candidato “ideal” para o nosso país e nosso estado. É o tal negócio: cada um que faça a melhor escolha, de acordo com seus critérios e suas convicções!

De fato, nesses tempos bicudos que enfrentamos, eu prefiro muito mais dedicar os meus pensamentos em questões mais amenas. Por isso, então, eu tirei a manhã de hoje para “navegar” na internet e garimpar preciosidades.

Então, que me perdoem os aficionados pela política mas, hoje, eu quero celebrar a grande capacidade que o homem tem de produzir pérolas. Daí, minha gente, eu separei quatro delas para presentear aos amigos e leitores do “blog”. São elas:

  • Fats Waller & Ada Brown, em “That Aint’t Right – Stormy Weather”, de 1943, um raro presente para o nosso coração.

  • Billie Holiday & Louis Armstrong, em “Do you know what it means to miss, New Orleans”, de 1947, outra preciosidade que faz parte do filme musical, intitulado “New Orleans”.

  • E para não pairar nenhuma dúvida sobre minha “terríveis” intenções, eu apelo para o inebriante tango, dançado por Al Pacino e a encantadora Gabrielle Anwar no filme “Perfume de mulher”.

  • Para finalizar, apresento aos amigos mais um episódio da série “a vida sempre surpreende”, quando permitimos… Em um Shopping Center, em Budapeste, um grupo húngaro de dança surpreende o público com uma exibição contagiante!

Sobre o escritor

Carlos Holbein Antunes de Menezes é, segundo ele mesmo, “um professor de química por formação ou sina e escritor por vocação ou insistência”.

Nascido no Ceará, foi morar no Rio de Janeiro quando tinha apenas cinco anos. Formou-se em Química, em 1976, onde teve início a carreira do magistério.

Após a aposentadoria do giz e do quadro-negro, Carlos Holbein passou a dedicar o seu tempo entre os projetos pedagógicos da Secretaria de Educação de Santa Catarina e a literatura, que junto com o cinema e o jazz formam a fonte de maior deleite.

Sobrinho do premiado escritor, Holdemar Menezes, com quem teve a sorte de conviver desde a adolescência, Carlos parece ter herdado do tio não somente a vocação literária, mas, também, o estilo marcante que seduz o leitor.

Em março de 2000, começou a escrever artigos sobre cinema e jazz para revistas de áudio e vídeo. Por conta do refinado estilo, acabou suscitando grande interesse dos leitores. Prova disso é que os seus textos atravessaram os mares e aportaram em Portugal.

O livro “Jazz, Cinema & Utopia” é fruto das publicações nas diversas revistas que colaborou nos últimos anos.