Memórias: a fértil imaginação de John Lennon.

Dizem que a ‘gratidão’ é um dos sentimentos mais evoluídos que um ser humano pode apresentar. Sim! É bem provável. E se isso for verdade, meus amigos, eu torço apenas para que os ‘espíritos hospedeiros’ tenham esta compreensão quando chegar a minha hora… Por enquanto, creio eu, ainda há muito o que fazer por aqui. Muitos projetos de vida. Muitas descobertas e muito o que aprender… isso sim!

Asseguram também que não devemos criar expectativas a cerca do que está para vir. Tudo bem, posso até compreender tal sugestão. Mas, convenhamos: nós somos humanos. Por conseguinte, ‘fantasiar’ e ‘projetar’ são verbos nitidamente emocionais e não há ‘freio’ que os segure, não é verdade?

Quando eu era menino e alguém abordava o tema ‘futuro’, confesso, bastava o som dessa palavra para me mobilizar, como uma espécie de ‘senha’ para dar início aos devaneios. Não sei quanto a vocês, mas eu era o primeiro a ‘viajar na maionese’. Porquanto a minha imaginação sempre foi fértil. Daí, eu desandava a sonhar com um mundo especial, harmônico e humanizado, em que as pessoas realmente se importassem com os outros.

O que sei dizer é que uns poucos anos depois, minha gente, um talentoso homem de fértil imaginação nos presenteou com uma pérola, intitulada “Imagine”. Foi em 1971 que John Lennon entoou os maravilhosos versos: “Você pode dizer que eu sou um sonhador /  Mas eu não sou o único  /  Eu espero que um dia você se junte a nós  /  E o mundo viverá como um!”

Abençoado seja!

https://www.youtube.com/watch?v=YkgkThdzX-8

 

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Publicado por

Carlos Holbein

Professor de química por formação ou "sina" e escritor por "vocação" ou insistência...