Reflexão: A esperança de todos nós.

Ainda bem que está acabando o processo eleitoral, meus amigos. Ufa, convenhamos: houve exacerbação de lado a lado e isso é desgastante o suficiente. Sem contar os inúmeros casos de brigas, rompimentos e estremecimentos de amizades que ocorreram ao longa dessa jornada eleitoral. É o tal negócio: no fundo, acaba ocorrendo fanatismo nas acaloradas defesas de pontos de vista e aí a coisa desanda!

A política, assim como a religião e a torcida por times de futebol, sempre provocou forte comoção. Não foram raras as vezes que as discussões enveredaram por caminhos tortuosos, quase sempre gerando zonas de atrito e, por consequência, conflitos.

Eu já fui “seguidor” de causas variáveis e percebi que muitas delas não mereceram a minha doação emocional. Já fui capaz de empunhar bandeiras junto a diferentes causas, sempre com o mesmo fervor. Mas, com o tempo, fui descobrindo que muitas dessas bandeiras mostraram falhas gritantes e enganos de todas as ordens. Paciência, fazer o quê?!

Por certo, o cenário não é animador. Porquanto estamos encurralados entre dois extremos. Cada um deles com seu discurso “açodado” e com o dedo em riste ao oponente. E qualquer que seja o resultado, minha gente, as chances de harmonia e venturas parecem distantes…

Então, ao menos, resta-nos torcer para que o lado perdedor tenha a sabedoria necessária para pensar no coletivo e que o lado vencedor não assuma uma postura tripudiante. Que assim seja!

Baia de Todos os Santos 1