JAZZ: CD “Let there be love”, com John Pizzarelli.

Tá… Tá legal. Eu bem sei que já indiquei um outro disco dele, mas, calma aí, minha gente! É que a minha coleção de discos está se esgotando e, a bem da verdade, não recebo “presente” de ninguém… E de mais a mais, John Pizzarelli é craque de primeira grandeza e, portanto, vale o “bis”. Sendo assim, peço que tenham mais paciência comigo!

O que sei dizer é que apesar de possuir um acervo pequeno, eu acredito que não esteja fazendo “feio”. É bem o caso desse belo disco, “Let there be love”. O trabalho de Pizzarelli se revela simples, contido, porém, aconchegante! Além disso, nós podemos desfrutar, sucessivas vezes, as consagradas melodias do cancioneiro norte-americano. São aquelas conhecidas baladas que o respeitável público já apreciava, mas que receberam um arranjo muito refinado e “pessoal”. Aliás, Pizzarelli, sem dúvida alguma, tem muito bom gosto e consegue arrancar da guitarra uma atmosfera inebriante, romântica. “These foolish things”, por exemplo, ficou soberba, isso sim! Ao escutar a melodia, dá vontade de chamar “aquela” moça e dançar “coladinho”. Aí, sabe como é? Um monte de mentiras é declarado com profunda convicção. E a “moça”, por sua vez, finge que acredita… Hum… E tem gente que não gosta! Pode isso, Arnaldo?!

 

JPizarelli

Capa do CD que saiu no Brasil.